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Joanesburgo, África do Sul

12 a 14 maio

África do Sul

 

A economia da África do Sul é a mais robusta em África, contabilizando mais de 30% do produto interno bruto Africano, sendo proporcionalmente superior à pequena fração da população que soma 48 milhões de pessoas, em contraste com o total de 950 milhões em todo o continente; sendo $11,110, o seu produto interno bruto por pessoa (baseado na paridade do poder de compra) é muito superior à média Africana. Desde 1996, o produto interno bruto da África do Sul quase que triplicou em $400 biliões, as reservas de divisas aumentaram de $3 biliões para cerca de $50 biliões; dando origem a uma crescente e numerosa classe média africana.

 

A África do Sul possui neste momento universidades conceituadas e institutos de investigação, hospitais de alta qualidade, infraestruturas de transportes robustas, fortes sistemas financeiros e regulatórios bem como tradição na capacidade tecnológica.

 

As aprovações de edifícios residenciais cresceram cerca de 13.4% perfazendo 43,350 unidades nos primeiros três trimestres de 2014, de acordo com as estatísticas sul africanas. A àrea total de planos residenciais aprovados aumentou 10.7% proporcionando grandes oportunidades para o sector da construção.

 

Adicionalmente o Plano Nacional de Desenvolvimento do Governo Sul-Africano e o seu contínuo compromisso com um substancial investimento em infraestruturas públicas durante os próximos três anos, são sinais positivos para o crescimento futuro nesta indústria.

 

Tal como foi anunciado no orçamento de 2014, o governo pretende gastar R847 biliões em infraestruturas durante os próximos três anos. De acordo com a Estrutura de Gastos de Médio Prazo (MTEF), as maiores empresas públicas, que incluem a Eskom, a Transnet e a SANRAL prevêm dispender de R381.8 biliões.

 

Por outro lado, os investimentos em energia sustentável na África do Sul, na sua maioria em modelos de explorações de energia solar e eólica, representaram um importante contributo para o gastos de capital durante o último ano. A parceria público-privada do Programa de Aquisição de Energia Renovável e Energia Independente (REIPPPP), introduzido em 2011, galardoou 64 projetos de energia renovável no setor privado. O sector privado comprometeu-se em investir aproximadamente R120.2 biliões nestes projetos. Desde 2012 a África do Sul está classificada entre os dez maiores países em termos de investimentos em energias renováveis provenientes de produtores independentes.

 

Tanto Angola como Moçambique são países ricos em recursos naturais e os investimentos neste setor têm vindo a crescer bastante nos últimos anos. A África do Sul está posicionada como sendo o principal parceiro comercial de Moçambique e a principal fonte de investimento directo estrangeiro. Quanto a Angola, a actual troca comercial entre os dois países está avaliada em 2.4 bilhões de dólares sendo a África do Sul um dos maiores parceiros comerciais de Angola.

 

Feira African construction expo 2015

 

A maior montra de materiais de construção em África – Oferece oportunidades de venda efetiva e valiosos contactos

 

Mais de 9.000 potenciais clientes visitaram a última edição da feira.

 

É um certame reconhecido como marca líder, consagrada, e altamente bem-sucedida no setor da construção e dos serviços associados a este setor em África. Incorpora todos os aspetos de design de interiores e exteriores e materiais de construção desde empreendimentos  residenciais, comerciais a industriais. Oferece um ambiente propício para apresentar os seus produtos ou serviços ao mercado com uma margem de sucesso significativa.

 

Oferece aos expositores um plataforma única para conhecer novos clientes e reunir com os já existentes, lançar novos produtos, beneficiar de vendas no espaço da feira, fazer valiosos contatos e dar visibilidade à sua marca. Oferece um excelente retorno do investimento dos expositores e é um evento de excelência para os visitantes.

 

Um pesquisa efetuada indica que uma única visita é suficiente para concretizar uma oportunidade gerada na feira e concretizar uma venda. Estudos mostram que aproximadamente 67% dos visitantes ao seu stand são possíveis compradrores ou parceiros de negócios, 79% tem influência nas compras e 49% tem intenção de comprar a curto prazo.

 

 

Mais informações: Paula Gomes

(paula.gomes@apcmc.pt | tlm. 934 891 220)

 

José de Matos

(jose.matos@apcmc.pt )

 

 

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