A NOSSA HISTÓRIA

 

No início dos anos 50, do século passado, acentuou-se o descontentamento existente entre os produtores nacionais de cimento e as diversas empresas de materiais de construção que, na qualidade de distribuidoras ou agentes, se dedicavam à sua venda.

 

Os acordos estabelecidos, entre o comércio e a indústria deste material, começaram a ser distorcidos por esta e, a breve trecho, os comerciantes sentiram-se impotentes para ultrapassar a sua frustração em face do comportamento pouco ético dos fabricantes que, sem pudor, atropelavam o estabelecido e vendiam diretamente ao consumidor, ou seja, a algumas empresas da construção civil, a empresas produtoras de artefactos de cimento e a indústrias de pré-fabricados. 

 

Pouco ou nenhum valimento tinha as denúncias e os protestos do comércio, que recebia a confissão dos industriais a dizer que os desvios eram involuntários e irrepetíveis mas que, afastados dos encontros, se mantinham com uma regularidade exasperante. 

 

É curioso verificar que estes atropelos se mantiveram quase até aos nossos dias com o mesmo cariz e a mesma indiferença pelos interesses do comércio, apesar de se ter conseguido, em anos transatos, uma plataforma de entendimento em que as diretrizes da indústria foram privilegiadas e o comércio teve de esquecer algumas prerrogativas a que, normal e tacitamente, teria direito se não fosse a parte mais fraca da interlocução. 

 

Inicio APCMCBem integrado na atividade política que vigorava no País e conhecedor do espaço em que se moviam as organizações corporativas que o Estado apadrinhava, Horácio Barros, prestigiado comerciante da época, começou a pensar na constituição de um Grémio, onde se podiam agrupar os comerciantes de uma mesma atividade e onde seria mais eficaz a defesa dos seus interesses, uma vez que, juntos, teriam uma força bem maior que individualmente. 

 

Os primeiros passos para a concretização desta ideia foram dados após o contacto com outros comerciantes do mesmo ramo e em 1951 aluga um 1º. andar na Rua de Entreparedes, nº 6, no Porto, suportando as despesas inerentes a esta pequena fração, bem como o primeiro mobiliário que adornava aquela sala: uma modesta mesa e quatro simples cadeiras. E assim nasceu, impulsionado por este homem generoso e ativo, o Grémio dos Armazenistas de Materiais de Construção do Norte. 

 

Logo GremioA partir de Fevereiro de 1952 Horácio Barros torna-se no arauto que vai, qual peregrino, dar a boa nova a todos os seus pares dos oito distritos do Norte do País: Aveiro, Braga, Bragança, Guarda, Porto, Viana do Castelo, Vila Real e Viseu. E consegue a adesão das empresas mais importantes dessa época. 

Depois de se instalarem na sua primeira sede, na referida rua de Entreparedes, os poucos sócios vão tentando conseguir novas adesões, ao mesmo tempo que começa a via sacra burocrática para obter o alvará que legalize, oficialmente, este Grémio. E em 28 de Julho de 1954, o Ministro das Corporações e Previdência Social concede-o - ao abrigo do Dec. Lei nº. 24.715, de 03/12/1934 - e aprova os Estatutos que entretanto haviam sido elaborados e enviados ao Ministro por intermédio do Instituto Nacional do Trabalho e Previdência, como a lei exigia. 

 

ContactoEm 1973, concretamente em Março, aparece o primeiro número do Boletim "Contacto", a revista que a Direção decidira editar e distribuir gratuitamente não só aos associados mas também às Embaixadas dos países com quem Portugal mantinha relações, ao Fundo de Fomento de Exportação, à TAP, aos Bancos e aos demais Grémios existentes. 

 

A última reunião da Direção do Grémio, “extintos” na sequência da revolução democrática de Abril de 1974, realizou-se em 6 de Maio desse ano (oficialmente, o seu mandato havia cessado em 28 de Fevereiro último). 

 

Em 22 desse mesmo mês teve lugar a Assembleia Geral Extraordinária mais concorrida desde sempre, onde se referiu o interesse da constituição de uma Associação Livre que desse continuidade a tudo quanto se tinha feito. 

 

A continuidade foi aprovada por maioria e “nasce” assim a atual Associação Portuguesa dos Comerciantes de Materiais de Construção.

 

 

 

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